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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Império Goblin de Keldora


Olá leitor de Keldora. Aos poucos estamos colocando um pouco mais sobre a descrição do mundo de Keldora. Quando ele estiver pronto você já vai poder utilizar em suas campanhas. Por enquanto fique com mais este "suplemento" que descreve um pouco sobre os goblins de Keldora. Ao contrário de outros mundos mágicos, os goblins tem vital importância em Keldora.

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Desde sempre, ou de quando se pode lembrar, lá estavam eles em suas tocas nas montanhas. Criaturas de pele esverdeada, sendo os mais raros de pele avermelhada e os mais poderosos variando para o tom laranja. Criaturinhas de pequena estaturas e travessas, que tem uma natural aptidão para criar problemas ou mentiras. Em Keldora nem todos os goblins nascem nas montanhas ou são maus, pelo contrário, são seres curiosos e engenhosos. Alguns nascem no calor escaldante do Deserto de Nair e travam guerras com os kolbolds e outros seres hostis de Keldora. Eles não vivem muito tempo, mas se reproduzem muito rápido, tanto que é a raça mais populosa de Keldora, seguindo dos orcs, outros goblinóides e por fim os humanos.

Conta as lendas que Gambitos era um goblin do deserto de Nair. Em Nair é natural de uma vila goblin seja adoradora de algum dragão do deserto. Este dragão não se alimenta dos goblins, pois sabe que estes goblins podem lhe trazer riqueza suficiente para que ele possa viver em uma toca de maneira confortável em troca de fornecer proteção para a vila e para todos que ali habitam. Em muitas culturas antigas, os dragões do deserto são visto como aliados ou até mesmo deuses pelos goblins, sendo que a cada ano era dado uma quantidade de ouro equivalente ao peso de um cavalo para o dragão protetor.
Os goblins de Keldora adoram objetos fabricados com metal e adoram fabricar objetos com metal. Por sua raça ter sido privada do conhecimento arcano, eles mesmos se tornaram mestres em simular efeitos mágicos usando suas engenhocas.

Servo de Skartagus

Goblins maus tendem a servir Skartagus, a deusa das trevas, para que a escuridão venha para toda a Keldora e para que assim eles se tornem a raça suprema entre as outras. Estes goblins ficam normalmente com a pele cinza, por causa do seu convívio com as trevas em seus corações. Eles não ligam para o que é bom, apenas para o que é destruidor e caótico, fazendo as coisas por impulso, não se planejando e apenas destruindo tudo o que encontram em seu caminho. Geralmente são asseclas de alguém em uma posição de comando no mundo de Skartagus.

Goblins de Gambitos

Goblins do deserto, apesar de toda a caça envolvendo os clérigos de Gambitos, não se importam de venerar o deus que veio de seu povo. Gambitos em sua vergonha se transformou em homem, mas em sua glória assumiu a forma de um dragão vermelho do deserto. A glória de um goblin é fazer que sua vida seja inventando novas ideias, mas ideias que outros de sua raça possam usar. Gambitos se tornou um deus em sua coragem e determinação em querer proteger seu povo. Foi a primeira “invenção útil” como contam os goblins entre eles. Por isso é muito comum ver goblins venerando Gambitos e shamans subindo totens em cabanas para o deus no deserto em áreas onde cavaleiros luz-trevas não tem acesso.

Entre a toca e a sociedade

A raça dos goblins cresceu demais durante os anos que eles decidiram não mais entrar em guerra. Viraram de modo pacífico nas montanhas. Os anões cavavam fundo as montanhas, mas o goblins cavavam além da montanhas, e criavam caminhos que não eram sentido pelos anões ou encontrados. Não podiam detectar, pois não havia magia, apenas tecnologia que foi especialmente feita para esconder seus lares e para viverem em prosperidade da sua maneira. Os anões durante anos espionaram os goblins, tentando descobrir como entrar em seu império abaixo, mas nada descobriram. Pensaram que era um plano para roubar seu ouro, mas perceberam que mais e mais goblins surgiam com suas próprias riquezas e que não era mais necessário roubar, pilhar ou enganar, apesar de isso estar em seus sangues, viver sem guerra era a melhor coisa que uma raça que agora era totalmente boa, poderia querer agora para ela.
A Cidade Metropolitana dos Grandes Coliseus decidiu que os goblins, devido a seu número deveriam ter um representante na realeza para assuntos do interesse de seu povo e foi então estabelecido que a metrópole é livre para todas as raças que tenham interesse no comércio e na paz entre elas. Uma guarda mais do que reforçada, com melhores de cada raça foi treinada para criar esse ambiente de paz.
Os goblins não tem espaço no conselho de magia, pois são desprovidos de magia arcana em Keldora, podendo apenas utilizar de magias espirituais dos espíritos ancestrais. Mas entre os maiores engenhoqueiros de Keldora, os goblins são o maior destaque, tenho a maior escola da engenhos, a famosa Fabulus Engenhus dil Keldora. Um escola que ensina como criar diversas tipos de engenhoca de poder similar ao arcano. Goblins de todas as partes do mundo, assim como anões e alguns humanos frequentam essa escola apenas para aprender coisas que possam ser úteis para seu dia a dia. Dizem que os cristais das Naus voadoras de Keldora são enriquecidas com energia com uma máquina que foi criada nessa escola, além de outros boatos.

Sem sombra de dúvida, em Keldora, os goblins são uma raça muito importante no desenvolvimento e progresso das cidades principais, com excessão de Ralaph, que tem sua econômia própria e estabilizada, não permitindo que seja levantado templo para nenhum outro deus ou que sejam criados artefatos ou proferido o nome de deuses não aliados da Ordem Luz-Trevas, Dourada e Lanceiros de Fogo.